Mestre, onde moras? Esta é a pergunta que devemos fazer a Jesus

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Queridos irmãos e irmãs, após o período do Natal do Senhor, nós entramos na liturgia do Tempo Comum. As leituras de hoje vamos notar o inicio da vida publica de Jesus e o encontros com os primeiros discípulos.

A liturgia desse domingo nos fala do chamado de Deus que faz a cada pessoa.

Ao escutamos a leitura do livro 1 Samuel, percebemos o chamado de Samuel no silencio da noite, ele se encontra com Deus após ouvir três vezes. A inibitiva do chamado é de Deus, e gratuita e misteriosa. 

O profeta se torna profeta porque escutou o chamado de Deus para cumprir uma missão. Percebe-se que este chamado foi a noite longe das preocupações diárias que nos faz surdos para  escutar Deus. De primeiro momento ele não reconhece, mas com a ajuda do sacerdote Ele, Samuel deixa Deus falar a ele. Deus não desiste da pessoa e sempre nos chama. Deus nos dá desafios e com a sua graça cada vence e supera as dificuldades da missão. (1Sm 3,3b-10-19)

Na primeira carta de São Paulo aos coríntios, ele afirma que pelo batismo o cristão se encontrou com Cristo e ai se tornou um templo vivo do Espirito Santo, portanto não devemos manchar e profanar esse templo. Cada um de nós devemos ver o que está a fazer para esse corpo esteja a serviço de Cristo, sendo assim um templo onde Deus sempre nos fala. (cf. 1Cor 6,13c-15a.17-20)

O evangelista São João narra o encontro dos primeiros discípulos com Jesus. Vemos que a vocação nasce pelo testemunho de João Batista que indica quem é Cristo. Ele é o cordeiro de Deus que vai sacrificar por todos. Ninguém chega a Jesus sozinho. Sempre precisa ser anunciado por alguém. Eles ficam longe e tímido de aproximar de Cristo. Mas Jesus os interroga com uma pergunta o que queres? Eles respondem onde moras? Então Jesus fala vem e vede. Então é preciso que façamos a experiência com Ele para que possamos seguí-LO.

Assim que a gente fica sabendo quem é Cristo, nós tornamos missionário para que Jesus seja conhecido em todos os lugares. Como André e Felipe, nós devemos chamar mais gente para estar com Jesus e permanecer com Ele, pois é o único que nos preenche o nosso vazio existencial. . (cf. Jo 1,35-42)

Que esta liturgia de hoje nos ajude a ouvir Deus no nosso recolhimento interior e fazer a experiência de estar e permanecer com Jesus, depois ser missionário Dele em todos lugares.
Tudo por Jesus nada sem Maria 

Bacharel em Teologia e filosofo Jose Benedito Schumann Cunha

A Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) já definiu o tema da Campanha da Fraternidade 2018O tema será Fraternidade e superação da violência, tendo como lema Em Cristo somos todos irmãos (Mt 23,8).
Devido ao seu alto grau de complexidade, o tema violência foi discutido, refletido e aprofundado em um seminário que aconteceu no dia 09 de dezembro de 2016 na sede da CNBB em Brasília.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018

Estavam presentes no dia do seminário, assessores das Comissões Episcopais da Entidade e representantes de diversos segmentos da sociedade civil que trabalharam diretamente com a temática da violência. De acordo com o Bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, “Esse encontro deseja ser uma ajuda, mesmo porque a temática é exigente. Ela tem muitos aspectos, tem muitas nuances, tem abordagens que necessitamos fazer diante da amplitude do tema”.
tema da Campanha da Fraternidade 2018 também foi aprovado na reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB, que aconteceu em setembro de 2016. O Bispo Dom Leonardo ressaltou que a violência está presente em vários segmentos da sociedade. Seja na rua, dentro de casa, pela condição social, pelo gênero, nos meios de comunicação e até na intolerância das palavras. “Toda violência exclui, toda violência mata”.
O tema será Fraternidade e superação da violência, tendo como lema Em Cristo somos todos irmãos (Mt 23,8).
O sacerdote Antônio Xavier Batista, fez uma análise do que significa a violência e ainda refletiu a temática a partir do livro de Jonas. “Escolhi esse texto porque nele é possível encontrar vários elementos que ilustram os vários tipos de violência vividos pelo povo”, comentou o padre Antônio Xavier. Antônio também complementou sua fala dizendo que entende-se por violência qualquer ação contra a vida ou a sociedade que possa causá-las prejuízo ou destruí-las por completo. A Escritura conhece duas formas de violência: uma injusta (fruto da injustiça dos homens) e outra “justa” utilizada por uma causa justa ou por fim nobre como é o caso da legítima defesa.
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